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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

"O MAR" ACEITA E ABRAÇA O DESAFIO!



ESCREVE UM TEXTO SOBRE O MAR
EM PROSA OU EM VERSO
TANTO FAZ!
IMPORTA É QUE ESCREVAS
VAIS VER QUE ÉS CAPAZ!



Mar

O Mar para mim é brilhante
É lindo como uma flor,
O mar é azul e emocionante
Eu adoro o seu sabor!

O Mar tem ondas a correr
Na praia encontro o mar.
Mas é preciso ter cuidado
Para o nosso amigo não o sujar!
 

O mar incendeia a paixão
O mar para mim é contente
O mar é alegria no coração
O mar é pura canção!


O Mar é frio como a neve
O Mar é quente como o amor
É nervoso como um furacão
É calmo com uma flor!

   


      Turma 3B



O mar

O mar e encantador
e também conquistador
algas a flutuar
sempre a cantar.

Onda forte
com muita sorte
gaivotas a voar
com o som do ar.

Amigos a passear
a andar a beira mar
a mergulhar fico molhado
e também encantado.

Pescadores a pescar
e meninos a brincar
Pérolas brilhantes

muitas cintilantes.

António





O mar

O mar é extenso e fundo
Frio e molhado,
Tem gaivotas a voar
E mergulhadores a nadar.

Há beijinhos e búzios no fundo do mar
Mas eles não conseguem ver que ao luar ele fica a cintilar
E eu fico com alegria no coração
Só ao ver as ondas a passar, mas isso não é uma ilusão.

O mar é salgado
Por isso sabe mal
Mas ele continua a ser sensacional

Mas não faz mal se ficares molhado.

            Cristiano








                                                           O MAR


  O mar é forte
  e ás vezes suave,
  o mar é gigante
  é ainda muito grande!

  No mar há ondas azuis
  debaixo da água há algas
  e búzios que não são iguais
  mas ainda a água faz espuma!



  LEONOR ALMEIDA DA SILVA

  TURMA :3B   4º ANO 

16 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DO MAR

DESAFIO
ACEITA E ABRAÇA O DESAFIO!

ESCREVE UM TEXTO SOBRE O MAR
EM PROSA OU EM VERSO
TANTO FAZ!
IMPORTA É QUE ESCREVAS
VAIS VER QUE ÉS CAPAZ!

Educação Literária

OU ISTO OU AQUILO
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é o melhor: se é isto ou aquilo.

Cecília Meireles
http://aguaparacriancas.blogspot.pt/ (ver e ouvir cantado por Lena d’Água)





ATIVIDADES REALIADAS:

Ø  Ler silenciosamente o poema;
Ø  Ler o poema em grupo (meninos leem o primeiro dístico, meninas o segundo, até ao fim;
Ø  Recomeçar a leitura pelas meninas até terminarem a mesma.
Ø  Memorizar o poema lendo o mesmo de formas diversas: devagar, depressa, com voz grave, com voz aguda… (olhando sempre para o poema);
Ø  Declamar o poema sem olhar para a folha (jogo do salta fora – quem se enganar sai do jogo e perde 2 pontos); ganha quem não se enganar.
Ø  Sublinhar as palavras que rimam;
Ø  Reescrever o poema substituindo as palavras sublinhadas por outras que rimem. Outro poema vai surgir: o teu!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Os dois meninos

Os dois meninos
Ia um menino por uma estrada, cantando como os passarinhos que voavam de ramo em ramo, quando ouviu uma voz que chamava:
- Menino loiro que ides passando ao sol com tamanha pres­sa, por que não descansais? Vinde aqui um instante: tenho mel e bolos de farinha, e leite e dar-vos-ei tanto ouro quanto possa conter a bolsa que sobraçais.
- Eu vos agradeço, disse o me­nino loiro, mas, como as horas voam e já soou a sineta, não me posso de­ter um só instante.
- E aonde vos levam passos tão ligeiros?
- À escola.
- Bem feliz sou eu que vivo sobre moedas de ouro neste palácio de colunas de prata, cercado de gozos. Que me importa saber como nasce a planta, por que brilha a estrela, e o que houve dantes que me importa? Sei que tenho tesouros, escravos, leitos, fofos de penas onde me estiro preguiçosamente… que me importa o mais? Vais trabalhar tanto! … tenho pena de ti.
Anos depois, já moço, tomava o menino loiro a casa dos seus pais, quando, ao passar no antigo sítio onde outrora avultava o palácio, lembrou-se do menino que o chamava e pôs-se a procurar os muros fortes, mas só via urtigas e ruínas, erva brava e escombros e uma voz saiu dentre as ruínas:
- Esmola a um pobrezinho pelo amor de Deus! O moço loiro deu então com um homem alquebrado e envelhecido que estendia a mão trémula. Caridosamente deu uma moeda ao pobre e lembrou-se de perguntar pelo palácio que ali houvera em tempos.
- Ah! meu senhor, suspirou o infeliz. Quem o visse tão forte nas suas bases de granito e de mármore, não o julgaria tão fraco. Levaram-no as águas tumultuosas do rio num inverno, e todo o tesouro, que era grande, foi-se águas abaixo.
- E o menino que nele vivia, que é feito dele?
- Aqui o tendes, senhor, nesta miséria que vedes, sou eu mesmo. Vivo de esmolas, porque nada tenho e nada sei. Tudo quanto eu valia as águas levaram.
O moço loiro, ouvindo esses lamentos do infeliz, agradeceu no coração os cuidados paternos e bendisse as noites que passara debruçado à mesa dos estudos; caminhando dizia:
-     Ah! a fortuna que eu trago acumulada na cabeça, não a roubarão os ladrões, não a levarão torrentes, porque as suas bases são mais fortes de que o granito e o mármore. Pobre menino do palácio de ouro!
Coelho Neto

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

EDUCAÇÃO LITERÁRIA

Da leitura à escrita “ O GIGANTE EGOÍSTA” de Oscar Wilde

Faço a primavera acontecer quando…

Faço a primavera acontecer quando…
Digo Bom Dia
De manhã ao acordar!
Quando chego à escola
E a todos cumprimento:
Com um dourado sorriso,
Com o olhar de luar!

Faço a primavera acontecer quando…
Nos meus livros mergulhar
Para a mente exercitar
E o sol em mim brilhar
Com os raios do saber.
A montanha da vida
Conseguir percorrer!

Texto coletivo Turma 3B – 4º ano

EB1/JI Monte - Guardizela

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

POESIAS DE OUTONO

O SOL DE OUTONO
Esconde-se nas nuvens
Os pássaros partiram
A chuva nao vai tardar
E o outono a chegar.

Com a música de outono
As folhas dançam no ar
Todas coloridas
Que cantam ao teu pisar.

O perfume de outono
Com castanhas a assar
Vindimas e desfolhadas
E a festa de S.Martinho a começar.


Pedro Rafael

A biblioteca é...



A Biblioteca é…
o Sol da vida.
é a música,
do meu coração.
A Biblioteca é
o farol que dá luz
ao meu corpo.
A Biblioteca é
o perfume…
que aromatiza…
e ilumina a minha mente.
A Biblioteca é…
a chave
que a abre a porta para
a minha bondade.
A Biblioteca é o pincel
que pinta uma pagina
como um pássaro
A voar.

Martim Ferreira


A biblioteca é…
Um cantinho de porta fechada,
Como um pássaro,
Ao luar…

A biblioteca é…
Como passar o pincel,
Com o perfume do mel,
Deixa a música tocar,
Com o ar do mar.

A biblioteca é…
Como a noite,
A noite a passar,
Vira-se a página do livro,
Sem ninguém contar.

A biblioteca é …
Um sentimento feliz,
Com a felicidade passar,
A passear,
De livro na mão.


António Filipe  





A Biblioteca é…
A música de outono 
Que os sonhos meus 
Embala
em doce melodia!
Cada livro que leio
enche-me de alegria 
e ao ler 
penso em que serei um dia.
Ter um livro 
como companhia 
faz-me sentir especial
todo o dia!
Na biblioteca 
vivo aventuras 
a sonhar
sem parar!
Na página
de cada livro
existe imaginação 
e muita diversão.
Gosto da biblioteca
e gosto de ler
livros fantásticos
sem nunca os perder!

Matilde 


A biblioteca é… 

A biblioteca é…
O luar de verão que me faz sentir
Bem do fundo do
Coração

A biblioteca é…
O mar da praia
Que me molha
O pensamento
E me leva pelas
As ondas.

A biblioteca é…
A lágrima
Que me faz
Chorar
E depois recomeçar!

A biblioteca é…
A página
Em branco
Onde vou escrever
Coisas maravilhosas!

              Lara Sofia 


A biblioteca é...
A brisa de outono
Que nos sonhos meus
Embala
Em doce melodia!

A biblioteca é...
A porta que temos que passar
Para encontrar
O pensamento
E acabar com o sofrimento.

A biblioteca é...
O pássaro que voa pelo mundo
E tudo explorando
Como nos livros vemos
E novas coisas conhecemos!

A biblioteca é...
O perfume das flores
Que florescem na primavera
Que os livros trazem
E que a natureza leva.

A biblioteca é...
A página de cada livro
Escrito com amor e carinho
E com todos os sentidos
Como todos os livros escritos.

Cristiano


A Biblioteca e ...
As portas encantadas
Que levam a lindas terras
Onde moram anões e fadas.

A Biblioteca e ... 
Um perfume maravilhoso
com folhas e flores
E livros de muitas cores .

A biblioteca e ...
Mar e rio
Agua doce e salgadas
O livro e onde a gente
se esconde em gruta encantada. 
Pedro Rafael 
                                                                                       

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A Biblioteca é...

A Biblioteca é…

A Biblioteca é…
A brisa de outono
Que os sonhos meus
Embala
Em doce melodia!

A Biblioteca é…
O mar onde mergulho
E refresco
A minha mente
Ficando mais inteligente!

A Biblioteca é…
O luar luminoso
Que ilumina
A noite…
Do meu pensamento!

A Biblioteca é…
A música melodiosa
Que serena
O meu sentir
E me faz sorrir!

A Biblioteca é…
O sol…
Que aquece a saudade
A esperança alimente
E firme me sustenta!

A Biblioteca é…
O pincel…
Que pinta
Nossa alegria
Com ondas de fantasia!

Trabalho elaborado pela turma 3B

EB1/JI Monte - Guardizela

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Comemoração do 5 de outubro 1910

Hino Nacional Português

“A Portuguesa”                                            

Heróis do mar, nobre povo,

Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas! Às armas! Sobre a terra, sobre o mar!
Às armas! Às armas! Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!
(...)

Hino Nacional, com música de Alfredo Keil e
letra de Henrique Lopes de Mendonça (excerto) 

O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz

Sinopse - "Nesta obra, magnificamente ilustrada por Fátima Afonso, encontramos dois dos mais belos contos escritos para a infância: O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz. Neles Oscar Wilde lembra-nos que só através do Amor e da Partilha podemos alcançar a felicidade e fazermos com que a Primavera chegue a todos os corações, criando o Paraíso na Terra."

EDUCAÇÃO LITERÁRIA - O gigante egoísta - "O príncipe feliz" de Oscar Wilde


  1. Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde, ou simplesmente Oscar Wilde foi um influente escritorpoeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa. Depois de escrever de diferentes formas ao longo da década de 1880, tornou-se num dos dramaturgos mais populares de Londres, em 1890. Hoje ele é lembrado por seus epigramas e peças, e as circunstâncias de sua prisão, que foi seguido por sua morte precoce.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Da prosa à poesia- resumo "Gaivota do mar" - Maria Maya

"Gaivota do mar" - Maria Maya


Maresia
Junto ao mar
Maresia brincava
Pérola encantada
A seus pés veio parar!
Com carinho lhe pegou
Correu para o seu lar
Lua de sonhos mostrou
Para seu pai admirar!
Num repente o pai pegou
Para dinheiro ganhar
À ourivesaria
A pérola levou
Num passo de magia
Em anel se transformou!
Mas as saudades do mar
O brilho lhe tirou!
Diariamente, Maresia
Histórias do mar lhe segredava
Quando a pérola nada valia
À sua pequena mão voltou!
Para sítio secreto
Maresia a levou
Foi com banhos de amor
Que seu brilho recuperou!


Trabalho coletivo: Turma 3B- 4º ano

EB1/JI Monte - Guardizela

terça-feira, 24 de maio de 2016

A Tartaruga Voadora


A Tartaruga Voadora

Certo dia,dois gansos que iam a passar convidaram uma tartaruga para ir com eles.
Os gansos,oferecendo-se para transportar a tartaruga presa pela boca com um pau que seguraria de um lado e do outro. Eles assim o fizeram.
Os gansos não agiram corretamente e deixaram a tartaruga cair. Então ela abriu a boca e caiu no chão,magoando-se.
Moral:Um pequeno descuido pode ter várias consequências.

João Pedro e Simão


Fábula - O rato do campo e o rato da cidade

O rato do campo e o rato da cidade
O rato do campo
Está infeliz
Precisava de algum descanso
Para ser feliz.

Ligou ao seu irmão
Que é o rato da cidade
Que lhe disse que eles
Trocavam com piedade.

O rato da cidade
Também não gostava da cidade
Era também infeliz
Queria descansar para toda a eternidade.

Mas no primeiro dia na cidade
O rato do campo fugiu de um gato
Que andam sempre atras dele
Pois queria apanhar aquele rato.

O rato da cidade
Também não gostava do campo
Era muito húmido
E ia sempre trabalhando.

Então resolveram trocar
O rato do campo e o rato da cidade
E o rato do campo
Adorava o seu lar.

Moral: Mais vale uma vida sossegada que uma mesa farta!

                            Martim e António

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Fábula - A Formiga e a Pomba



A Formiga e a Pomba 

     Certo dia, uma formiga foi a um rio para beber água, porque estava cheia de sede. Como a formiga estava a beber num rio e como a margem estava forte, ela caiu no rio, uma pomba, vendo o perigo atirou uma folha para a formiga e esta agarrou a folha e disse:
     -Obrigada, senhora pomba por me salvar!-e a pomba continuou a voar.
     Passado imensos dias um caçador apareceu, e a pomba estava em repouso num ramo de uma árvore. O caçador levantou a sua arma para mirar na pomba, mas a formiga viu e depois mordeu o pé do caçador com imensa força.
     A pomba ao ouvir o disparo, fugiu logo e a formiga foi para o seu formigueiro contente e cansada.

Moral da história


     Quem é grato de coração, sempre encontrará uma oportunidade para demonstra a sua gratidão.

                                     Matilde e Diogo Manuel