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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
SISTEMA SOLAR - Pesquisa
Pesquisa realizada sobre cada um dos planetas do sistema solar- construção de cartazes para afixar na sala de aula.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
O DIA DA MÃE - PESQUISA
O Dia da Mãe é uma data comemorativa
que em Portugal se celebra no primeiro domingo do mês de
maio.
Em Portugal, o Dia da Mãe chegou a ser celebrado a 8
de dezembro, mas passou a ser celebrado no 1º domingo de maio, em homenagem à
Virgem Maria, mãe de Cristo, que se celebra durante o mês de maio.
A data é uma homenagem a todas as mães e serve para
reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães.
Origem do Dia da Mãe
Grécia Antiga e Roma
Remonta às comemorações primaveris da Grécia Antiga,
em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas do Dia
da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em
sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Inglaterra no Século XVII
Celebrava-se no 4º domingo de quaresma. Era chamado
dia chamado “Domingo da Mãe”, que homenageava todas as mães inglesas.
Estados Unidos
Em 1904, quando Anna Jarvis, perdeu a sua mãe ficou
muito triste. As suas amigas decidiram organizar uma festa em memória à sua mãe
e Anna quis que a festa fosse festejada para todas as mães, vivas ou mortas. Em
1914, a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson e passou a ser
celebrada no primeiro domingo de Maio.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
História de São Valentim
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Diz-se que o
imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império
romano. Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a
verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias
que deixavam para trás...Se eles morressem em combate, quem é que as
sustentaria? Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição. Então teve
uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a
guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos. Os jovens
acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote
Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar
casamentos às escondidas. A cerimónia era um acto perigoso, pois enquanto os
noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para
tentar perceber se haveria soldados por perto. Uma noite, durante um desses
casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu
escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera
que chegasse o dia da sua execução. Durante o seu cativeiro, jovens passavam
pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam
acreditar também no poder do amor. Entre os jovens que o admiravam,
encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o
visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar. No dia da sua
execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se
apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade. Ao que parece, essa
mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S.
Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.
http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=531 |
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Biografia de Alice Vieira - PESQUISA realizada
Poetisa e escritora de livros para a infância e juventude.
Desafiada pelos filhos, Alice de Jesus Vieira Vassalo Pereira da Fonseca escreveu Rosa, minha irmã Rosa, primeiro livro para infância e juventude que deu à estampa e, incentivada pelo marido, o jornalista e escritor Mário Castrim, concorreu ao Prémio de Literatura Infantil «Ano Internacional da Criança» (1980).
Ganho o prémio, Alice Vieira prosseguiu a escrita de obras dedicadas aos mais jovens, começando em 1981 a procurar temas para alguns dos seus livros na História de Portugal. A sua escrita ficcional para crianças e adolescentes tem alternado, desde então, entre narrativas inspiradas na História (Promontório da Lua), textos que versam assuntos da actualidade – o apelo ao consumo, a influência da televisão na educação infantil – e problemas do quotiniano juvenil: a amizade, a solidão, as relações familiares, as relações entre crianças e adultos (Os olhos de Ana Marta) ou a infância em diálogo com a velhice (Às dez a porta fecha; Um fio de fumo nos confins do mar).
Alice Vieira considera-se uma escritora urbana: as suas narrativas decorrem sobretudo no ambiente social da classe média lisboeta e baseiam-se na realidade observada de perto, processo a que não é alheio o contacto com autores e jovens leitores em escolas e bibliotecas públicas, para promoção da sua obra e do livro infantil em geral, e que iniciou durante a prática da sua profissão: o jornalismo.
Começou, ainda adolescente, por colaborar no «Juvenil» do Diário de Lisboa, suplemento que divulgou as primeiras tentativas literárias de muitos jovens talentos de então e foi coordenado por Alice Vieira entre os anos de 1968 e 1970. Entretanto, a autora publicou em 1964 um livro de poemas intitulado De estarmos vivos e, em 1977, o volume de contos Um nome para Setembro, literatura para adultos que só viria a retomar na década de noventa. Em 1975 passa a jornalista profissional no Diário de Notícias, onde coordenou a secção «Cultura / Arte e Espectáculos» e dirigiu o suplemento infantil «Catraio», que contava com contribuições de alunos das escolas de todo o país. Ainda no Diário de Notícias, a partir de 1981, foi responsável por uma rubrica de crítica literária infanto-juvenil – «Ler(zinho)» – e desenvolveu uma página semelhante no «Guia de Pais e Educadores» da revista Rua Sésamo.
Tendo abandonado o jornalismo ativo em 1991, para se dedicar a tempo inteiro à escrita literária, mantém no entanto colaboração regular em diversos periódicos e em revistas femininas.Alice Vieira é uma das escritoras portuguesas mais traduzidas e divulgadas no estrangeiro: várias obras suas fazem parte da selecção de obras notáveis para crianças e jovens elaborada pela Biblioteca Juvenil Internacional de Munique.
Desafiada pelos filhos, Alice de Jesus Vieira Vassalo Pereira da Fonseca escreveu Rosa, minha irmã Rosa, primeiro livro para infância e juventude que deu à estampa e, incentivada pelo marido, o jornalista e escritor Mário Castrim, concorreu ao Prémio de Literatura Infantil «Ano Internacional da Criança» (1980).
Ganho o prémio, Alice Vieira prosseguiu a escrita de obras dedicadas aos mais jovens, começando em 1981 a procurar temas para alguns dos seus livros na História de Portugal. A sua escrita ficcional para crianças e adolescentes tem alternado, desde então, entre narrativas inspiradas na História (Promontório da Lua), textos que versam assuntos da actualidade – o apelo ao consumo, a influência da televisão na educação infantil – e problemas do quotiniano juvenil: a amizade, a solidão, as relações familiares, as relações entre crianças e adultos (Os olhos de Ana Marta) ou a infância em diálogo com a velhice (Às dez a porta fecha; Um fio de fumo nos confins do mar).
Alice Vieira considera-se uma escritora urbana: as suas narrativas decorrem sobretudo no ambiente social da classe média lisboeta e baseiam-se na realidade observada de perto, processo a que não é alheio o contacto com autores e jovens leitores em escolas e bibliotecas públicas, para promoção da sua obra e do livro infantil em geral, e que iniciou durante a prática da sua profissão: o jornalismo.
Começou, ainda adolescente, por colaborar no «Juvenil» do Diário de Lisboa, suplemento que divulgou as primeiras tentativas literárias de muitos jovens talentos de então e foi coordenado por Alice Vieira entre os anos de 1968 e 1970. Entretanto, a autora publicou em 1964 um livro de poemas intitulado De estarmos vivos e, em 1977, o volume de contos Um nome para Setembro, literatura para adultos que só viria a retomar na década de noventa. Em 1975 passa a jornalista profissional no Diário de Notícias, onde coordenou a secção «Cultura / Arte e Espectáculos» e dirigiu o suplemento infantil «Catraio», que contava com contribuições de alunos das escolas de todo o país. Ainda no Diário de Notícias, a partir de 1981, foi responsável por uma rubrica de crítica literária infanto-juvenil – «Ler(zinho)» – e desenvolveu uma página semelhante no «Guia de Pais e Educadores» da revista Rua Sésamo.
Tendo abandonado o jornalismo ativo em 1991, para se dedicar a tempo inteiro à escrita literária, mantém no entanto colaboração regular em diversos periódicos e em revistas femininas.Alice Vieira é uma das escritoras portuguesas mais traduzidas e divulgadas no estrangeiro: várias obras suas fazem parte da selecção de obras notáveis para crianças e jovens elaborada pela Biblioteca Juvenil Internacional de Munique.
Centro de Documentação de Autores Portugueses
04/2004
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Provérbios sobre o mês de novembro - pesquisa elaborada na aula
Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um.
Outubro lavrar, Novembro semear, Dezembro nascer.
Cava fundo em Novembro, para plantares em Janeiro.
Dia de São Martinho, fura o teu pipinho.
Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.
Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo São Martinho.
Se queres pasmar teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo São Martinho.
No dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho.
Pelo São Martinho, abatoca o teu vinho.
Pelo São Martinho, mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
Pelo São Martinho, todo o mosto é bom vinho.
Por São Martinho, nem favas, nem vinho.
Dos Santos ao Natal, Inverno natural.
De Santa Catarina ao Natal, mês igual.
De Todos os Santos ao Advento, nem muita chuva nem muito vento.
De Todos os Santos ao Natal, bom é chover e melhor nevar.
Provérbios sobre o mês de novembro
Pesquisa realizada por alguns alunos da turma de provérbios sobre o mês de novembro e S.Martinho:
Novembro à porta, geada na horta.
Em novembro põe tudo a secar, pode o sol não voltar.
Matilde
Mês de novembro! Lindo mês de tradições de que ainda me lembro com todas as emoções.
Lara Sofia
S.Martinho a chegar, broa e castanhas vou provar.
Pelo S.Martinho prova o teu vinho.
No dia de S.Martinho fura o teu pipinho.
Diogo Manuel
Pelo São Martinho, nem favas, nem vinho.
Cristiano
Cristiano
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Provérbios sobre o mês de outubro
Pesquisa realizada por alguns alunos da turma de provérbios sobre o mês de outubro e sobre o outono:
Outubro lavrar,novembro semear, dezembro nascer.
Miguel
Outubro nublado, janeiro molhado.
Cristiano
Em outubro pega tudo.
Leonor
Se em outubro te sentires gelado, guarda o teu gado.
Diogo Filipe
No outono o sol tem sono.
Quem planta no outono leva um ano de abono.
Martim
Outubro lavrar,novembro semear, dezembro nascer.
Miguel
Outubro nublado, janeiro molhado.
Cristiano
Em outubro pega tudo.
Leonor
Se em outubro te sentires gelado, guarda o teu gado.
Diogo Filipe
No outono o sol tem sono.
Quem planta no outono leva um ano de abono.
Martim
terça-feira, 12 de maio de 2015
Animais em vias de extinção
Foi lançado um desafio doméstico a toda a turma : realizar uma pesquisa sobre animais em vias de extinção. Cá está...alguns dos trabalhos realizados por alguns alunos.
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